Para cada leitor um livro... Literatura Nacional.


Para brindar os amigos e seguidores do blog com um texto sobre Literatura Nacional contamos hoje com a presença de uma especialista no assunto, a Carlinha do blog Sonho de Reflexão.
Carla é uma leitora assídua do gênero e fiz questão de escolher o tema para ela. Nada mais perfeito!

Seja bem-vinda, Carlinha!


Quando soube que a Leninha escolheu este tema para mim, achei uma grande responsabilidade e fiquei com bloqueio total porque não sabia por onde começar, mas decidi discorrer sobre esse gênero antes de tudo como leitora, consumidora e, por último, como revisora.

Por ser uma leitora eclética e voraz, sou apaixonada por belas histórias, independente de o livro ser nacional ou estrangeiro, do gênero que for; e se forem bem escritos, melhor ainda.

A literatura nacional foi muito marcante em minha vida, porque desde a infância tive um grande incentivo à leitura por parte de minha família e nunca mais parei.

Lia muito as histórias em quadrinhos da Turma da Mônica, do Maurício de Sousa. Entre os romances infanto-juvenis, eu era apaixonada por obras de Monteiro Lobato, Marcos Rey (adorava suas histórias que faziam parte dos livros da série Vaga-Lume, entre elas: Sozinha no Mundo, especialmente aquelas com os investigadores Léo, Angela e Gino), Pedro Bandeira (Quem não se recorda da coleção Os Karas e do romântico A Marca de uma Lágrima?), Ganymédes José (Uma Menina chamada Rita), Zélia Gattai (Anarquistas, graças a Deus), Viriato Correia (Cazuza), Ziraldo (O Menino Maluquinho), Cecília Meireles, Maria José Dupré (Éramos Seis, O Cachorrinho Samba, A Mina de Ouro, A Ilha Perdida), Odete de Barros Mott (A 8ª Série C), Ana Maria Machado, Álvaro Cardoso Gomes (A Hora do Amor, Amor & Cuba-Libre), Lucília Junqueira de Almeida Prado (Antes que o Sol Apareça) e Marcia Kupstas (Crescer é Perigoso). 

Na adolescência, na época do ensino médio, adorava ler os clássicos da literatura brasileira: Machado de Assis, José de Alencar, Érico Veríssimo. Quem nunca leu Dom Casmurro, A Moreninha, Iracema, Senhora, O Guarani, As Aventuras de Tibicuera, Clarissa, Olhai os Lírios do Campo, Música ao Longe?  

Esses clássicos me marcaram demais, mesmo que alguns fossem maçantes ou complexos para a maioria dos jovens. Por conta de nossa criação, nós éramos proibidos por nossos pais e avós de ler alguns livros nacionais por serem explícitos demais, entre eles os romances polêmicos da escritora Adelaide Carraro, que em sua maioria sofreram censura, e de Jorge Amado (conheço muitos leitores da minha geração que liam esses tipos de livros escondidos).  

Será que por isso muitas gerações ficaram traumatizadas em lê-los e o preconceito imperou a partir daí?! Será que o desestímulo da própria família de que é chato se propagou a cada geração ou pelo fato de que estão enraizados erroneamente com pensamentos antiquados de que tudo que existe em nosso país não presta?!    

Uma vez um escritor nacional me disse que: “(...) mesmo sendo vitimados pelo preconceito descabido, massacrados pela divulgação e propaganda milionárias dos livros estrangeiros, além de uma distribuição escandalosamente discriminatória para inibir a leitura do escritor nacional, ainda resta uma esperança para a nossa literatura através da divulgação de blogs literários e honestos (...)”.  

Alegro-me que aos poucos muitos escritores independentes estão tendo seus trabalhos reconhecidos através de algumas editoras engajadas — dando-lhes a chance de mostrarem todo o seu potencial, porque talento e criatividade eles têm de sobra — que estão investindo no mercado nacional.

Por outro lado, outros escritores, decepcionados e sem nenhum apoio e validação por parte de algumas editoras, não se intimidaram e optaram pelo caminho da autopublicação (self-publishing) através de suas diversas plataformas — Amazon, Kobo, Apple, Saraiva e alguns empreendimentos brasileiros — que chegam rapidamente ao leitor e vem crescendo cada vez mais. Dessa forma, eles podem expor seus trabalhos, já que neste momento estariam engavetados e sabe se lá quando teriam uma chance no mercado. No caso da Amazon, através do Kindle Direct Publishing (KDP), uma das grandes vantagens nesse quesito é o preço acessível, o que é maravilhoso.

Minha única queixa — como revisora e consumidora — é em relação ao fato de que alguns livros estão sendo publicados no KDP sem passar por nenhum processo de revisão, já que até um beta reader ou um amigo pode auxiliar o autor nesse quesito (o próprio manual Preparando o seu Livro para o Kindle disponibilizado no site da Amazon menciona isso). É uma pena, porque tem histórias ótimas lá, mas nesse estado acaba desanimando. FICA A DICA para quem está iniciando pela autopublicação.

Para você, leitor, o aconselho antes de comprar o e-book na Amazon e não sair frustrado, como aconteceu comigo várias vezes, vá ao canto direito da tela do livro em questão, em AMOSTRA GRÁTIS e clique no botão Envie amostra agora para ver como o mesmo está e ter uma prévia do primeiro capitulo. Se gostar do que vê, boa compra e boa leitura! [Se encontrar problemas — seja de revisão ou diagramação —, entre em contato com o autor que ele faz as devidas correções e substitui o arquivo. Fiquem tranquilos que eu já contatei vários e quem sai ganhando somos nós, afinal não basta ter uma boa história, também queremos um produto de qualidade, já que estamos comprando, né?]

Independente de ser revista, jornal, livro ou qualquer material que tenha um texto impresso, amo ler, pois viajo para lugares longínquos que só a leitura me proporciona trazendo-me um mundo de sabedoria, autoconhecimento, inspiração e enriquecimento, sempre recheando meu mundo de emoções e alegrias por alguns dias ou horas.

Claro que — não querendo generalizar — sempre encontramos alguns livros ruins, e nos questionamos como alguém escreveu algo assim e tiveram a coragem de publicar?! Quem nunca quis atirar um livro péssimo pela janela, que atire a primeira pedra! Todos já encarnamos em algum momento o personagem Pat Peoples, de O Lado Bom da Vida. Quem assistiu ao filme, sabe a qual cena me refiro. [risos].

Uma pena que alguns livros mal revisados acabem desvalorizando e fazendo com que tanto o autor quanto a obra acabe caindo no conceito do leitor — que acaba sendo desmotivado a prosseguir com a leitura e saindo frustrado da mesma —, mas o que realmente me indigna é que alguns autores tiram dinheiro do próprio bolso e pagam caro pelo trabalho de profissionais formados e qualificados na área, que acabam tratando sua obra com um grande desrespeito e descaso pecando tanto em erros ortográficos crassos quanto na revisão, dando a impressão de que a mesma não passou por esse processo e que não saiu do rascunho. Digo isso porque já tive que revisar um livro que se encontrava nessa situação.

Excetuando este fato, entre alguns ruins, há centenas, senão milhares de livros ótimos, seja físicos ou digitais, com tramas distintas, envolventes, emocionantes, divertidas que te trazem um turbilhão de emoções — alegria, tristeza, raiva, amor, ódio, esperança; enfim, sentimentos estes que nos levam do riso às lágrimas, da angústia no peito àquele aperto na garganta, daquele grito sufocado ao júbilo de vitória — enquanto estamos torcendo até a última página pelo destino dos personagens e, claro, por um final feliz.

Sinceramente, ando tão frustrada com alguns livros estrangeiros que não sai da mesmice que ultimamente estou dando preferência aos nacionais, que têm me surpreendido ainda mais por suas ótimas histórias, algumas inusitadas e muito bem escritas, e que não deixam a desejar em nada aos estrangeiros.

Infelizmente, o preconceito ainda existe, porque muitos leitores não prestigiam o que é nosso, sendo que nossos escritores lutam para conquistar seu espaço — e muitos têm conquistado esse direito, mesmo que a batalha seja árdua — com livros de todos os gêneros para todo tipo de leitor! [Veja Três Leituras obrigatórias da Literatura Indie, publicada no blog Romances in Pink, que dá ótimas dicas].

Por isso, deem uma chance! Quem sabe você não se identifique e se surpreenda com alguns romances que já tive o prazer de ler — e outros que estão em andamento — e indico a todos. Segue abaixo (clique nas imagens para ampliá-las):

Contemporâneos — Romances clichês que falam do amor, sendo que alguns evocam sensualidade, emoções e uma nostalgia pungente mostrando todo tipo de conflito dramático e emocional além do  humor.  

Por Falar em Disputa..., de Aline Negosseki Teixeira; Acontece que eu te Amo, de Edna Guedes; Pra Sempre... Você!, Construindo um Amor e Recomeçar (série Irmãos Estrela), de Carla Blackhawk; Duas Luas e Uma Nova Chance, de Bruna Longobucco; Para Sempre, de Glaucia Santos; Despertar, de Helena Andrade; Cinco Anos, de Cristiane Broca; Em Busca da Felicidade... ela encontrou o Amor, de Fabíola Ribeiro da Silva; Três Céus, de Enderson Rafael.


Contos — De contemporâneo, a sobrenatural e erótico, alguns contos são muito divertidos. Sempre passando temáticas bem atuais. 

Dez Dias para Roubar o namorado da Vizinha e Gorda, Solteira, 30 anos, Procura e Marcele & Bernardo, de Janaina Rico; Anne: um conto gótico de Natal, de Maribell Azevedo; Meu Amante Vampiro, de Flávia Cunha; Em um Verão, Carla Blackhawk; Por um Sorriso Teu, de Adriana Brazil; Contos da Caçadora, de Vivianne Fair. 

Contemporâneos com pano de fundo sério — Que retratam questões polêmicas e ótimas para discussão e reflexão, entre elas: as dificuldades que alguns deficientes físicos e visuais enfrentam em meio à superação; a violência doméstica, o abuso sexual, os crimes passionais, o câncer colorretal, o homossexualismo, a infertilidade, o “incesto”, o Mal de Alzheimer, as drogas, os excessos, a depressão.

Vítimas do Silêncio, Sentimento Fatal, Doce Perseguição e O Voo da Féxix, de Janethe Fontes; Entrelace: Caminhos que se Cruzam ao Acaso, de Diana Scarpine; Luz da minha Vida, Glaucia Santos; De Amor e Destino, da Aline Negosseki Teixeira; Amor no Ninho e Amor Inteiro (série Amor no Ninho), de Maribell Azevedo; Claro que te Amo!, de Tammy Luciano; A Filha da minha mãe e Eu, de Maria Fernanda Guerreiro; Reencontro, de Leila Krüger; Paixão, Drogas e Rock’n’Roll, de Daniela Niziotek; Ausência, de Flavia Cristina Simonelli; Nas Asas da Borboleta, de Ívi Campos.



Chick-lit — Romances leves e divertidos que retratam o feminismo moderno e culto através de sua independência e ousadia.  

Erótico — Além do enredo em si, livros focados no romance aliado a muito erotismo e sensualidade.  

Entre a Nobreza e o Crime, de Jane Herman; Despedida de Solteira: Me Surpreenda – Amande e Despedida de Solteira: Qual o seu maior Desejo? - Caleb, de Mila Wander.



Fantasia — Livros que focam na fantasia e na magia, sempre com muita aventura, ação e um pouco de romance.

Noite sem Fim (série O Além-Mar), de Roberto Campos Pellanda; Herdeiros do Trono, de Elysanna Louzada.

Ficção Científica — Além de romance de ficção, também foca no sobrenatural.

Não Pare! e Não Olhe! (trilogia Não Pare!), de FML Pepper; O Imortal, de Vanessa Bosso; Hathor, de Markus Thayer.

Históricos — Retratam momentos importantes da História do Brasil e de Portugal, que me surpreenderam.

O Último Baile do Império, da Aline Negosseki Teixeira; Paganus, da Simone O. Marques.


Holocausto — Não tem como não se emocionar com a história de dois sobreviventes: Irena e Doran.

Apátrida, de Ana Paula Bergamasco; O Arquiteto do Esquecimento, de Marcos Bulzara.


Infantil — Livro ilustrado que qualquer criança vai adorar além de passar uma bela mensagem no final ao público infantil.

Infantojuvenil / Juvenil / Jovem Adulto (YA) / New Adult (NA) — Alguns dos juvenis abaixo retratam todos os conflitos adolescentes rumo à passagem adulta. Mesmo descontraídos, abordam temas sérios como bullying, falta de diálogo, problemas familiares, questões ambientais... Já os YA e NA, já sabem, né? São um pouco mais adultos, mas com temáticas para os jovens.

Reencontros, de Rafaela Guimarães; Garota Apaixonada em Apuros, Garota Apaixonada em Férias (série Garota) e GarotaPop.com, de Carolina Estrella; Garota Replay, de Tammy Luciano; Caixa de Desejos e De Volta à Caixa de Desejos, de Ana Cristina Melo; Toda Garota Quer, Larissa Siriani; Todas as Estrelas do Céu, de Enderson Rafael; João & Maria, de Marcos Bulzara e Ana Paula Bergamasco; O Livro das Princesas, de Paula Pimenta, Patrícia Barboza, Meg Cabot e Lauren Kate; Tortura Cor-de-Rosa: As meninas também sabem ser cruéis, A Garota do outro lado da Rua, Quando o fim pode ser o começo, Armadilhas do Destino e O Plano Perfeito (trilogia Uma Herança de Amor); A Bandeja: Qual Pecado te Seduz? e Entre a Mente e o Coração (Coleção Despertares), de Lycia Barros; Tapete Vermelho, de M.S. Fayes; A Aposta, Vanessa Bosso; Um Sonho a Mais e Pra Vida Toda, de Nanda Meireles.


Poesia/Poema/Haicai — livros que retratam o lirismo das poesias, dos poemas e dos versos, além dos haicais.

Haicai para Crianças: Sentidografias e Serenata, de Aline Negosseki Teixeira.
Policial/Suspense — Ação, mistério e todos os ingredientes que permeiam um livro policial de suspense. É uma boa pedida!

Perseguição Digital, de Loraine Pivatto; A Besta dos Mil Anos, de Ilmar Penna Marinho Jr.


Queer-lit — romances focados na literatura gay (LGBT). Com romance, conflitos, emoções, dramas e todas as questões comuns em qualquer romance contemporâneo, incluindo o preconceito que os homossexuais sofrem por parte da sociedade. Ideal para quem curte ler com a mente aberta e sem nenhum preconceito.  

Amor Invertido, de Maximiliano Souza (Para quem não sabe, este livro foi inspirado no anime Junjou Romantica. Foi o primeiro do gênero que li. Li com a mente aberta e me surpreendi. Não tem como você não torcer pelos protagonistas).


Sobrenatural — Focado em tudo relacionado ao sobrenatural. Já pensou numa série onde há algo inusitado a respeito da imortalidade? E numa série que tem os três “S” (sangue, suor e sexo), mas entremeado de um aroma cítrico e ainda por cima de chocolate, deixando tudo ainda mais irresistível?! E outra, onde uma mordida pode curar uma personagem, mas o seu tipo sanguíneo pode matá-lo? Ótimo, né? Pra você que curte esse gênero e, claro, vampiros é um prato cheio!

Agridoce e Cítrico (série Sabores de Sangue), de Simone O. Marques; Lázarus e Panaceia (série Lázarus), de Georgette Silen; Adeus à Humanidade, de Marcia Rubim; Livro de Joaquim, de Laura Malin; Crepúsculo Vermelho e Lua Negra (série Red Kings), de Laura Maria Elias.


Enfim, por enquanto é só. Não vou me estender na lista, porque tenho centenas de nacionais — entre lidos, não lidos e os que estou lendo. Mencionei os que me tocaram e estão me tocando até o presente momento. Afinal, todos têm um gosto subjetivo em relação à leitura, porque é uma questão muito pessoal.

Independente de ser literatura nacional ou estrangeira, gostando ou não do enredo — sempre exponho os prós e contras da obra em si em minhas resenhas no Sonho de Reflexão. Quem acompanha o blog sabe disso. Recomendando ou não, é um dos gêneros que aprecio, porque fui criada assim e amo ler. Cabe a cada um decidir se irá lê-los ou não, afinal para que serve o livre-arbítrio mesmo?!

Aos que lerem, desejo-lhes uma boa leitura; aos outros, amplie seus horizontes porque vocês não sabem o quanto tem a ganhar.

Por enquanto é só isso.

Até a próxima.
Carla Fernanda.

45 comentários:

  1. Nossa, que post incrível! A Carlinha é uma leitora como poucas, fico impressionada com a quantidade de livros que lê em tão pouco tempo. E Leninha, adorei a ideia da matéria!!! <3

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    1. Oi, Vanessa.

      Foi muito difícil selecionar esses livros. Uma pena que não deu para adicionar os que ainda estou lendo e tem alguns seus na lista..

      Fico feliz que tenha gostado da matéria.

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  2. Arrebentou, Carlinha! Parabéns!!! Bjs.

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    1. Gracias, Doidinha.

      Não sabe o quanto foi difícil escrever, mas acho que passei a mensagem que queria passar.

      Beijos.

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  3. A Carlinha é realmente uma leitora fora do comum. Linda matéria, Leninha. Parabéns! Vocês são ótimas!!! E eu fico muitíssimo lisonjeada em ter meus 4 livros nessa lista. Uma grande honra!

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    1. Oi, Janethe.

      Eu e a Leninha ficamos felizes que apreciou a matéria.

      Seus livros não podiam faltar, ainda mais quando resolvi mencionar esse gênero. :)

      Beijos.

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  4. Adorei as indicações e amei a Carla lembrar do NAS ASAS DA BORBOLETA como romance contemporaneo com pano de fundo sério. Beijos

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    1. Oi, Ivi.

      Que bom que gostou. Pelo tema em si, seu livro se encaixava perfeitamente dentro do gênero. :)

      Beijos.

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  5. Lembrando que o livro do caso de Pat Peoples, de O Lado Bom da Vida, era um Hemingway. Seu texto está muito completo e adorei. Acho que só faltou comentar que alguns blogs fogem de livros nacionais, não só por rótulos ou preconceito, mas por que alguns autores não recebem muito bem as críticas. Um mimimi triste que só desgasta o escritor e faz com que blogs sérios não procurem ler mais livros nacionais. E parafraseando a Beta (do Literatura de mulherzinha): "Ai, esses nossos Heminghways...".

    Carla, quais livros desse tópico de literatura jovem adulta possuem uma pegada mais new adult?

    bjokas

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    1. Oi, Ana.

      Fico feliz que tenha gostado. Foi bem complicado escrevê-lo, não imagina o quanto!

      Quando li "O Lado Bom da Vida" quis ler todos os livros que o personagem menciona, principalmente Hemingway..

      Me esqueci de mencionar este fato de que alguns autores não recebem muito bem críticas construtivas, mas estou contigo neste quesito. Realmente, é muito triste. Só lamento, porque isso os ajuda a aprimorar e crescer como escritor. Por isso, pesquiso e analiso muito bem antes de fechar uma parceria com um autor que ainda não conheço.

      Ana, referente ao tópico YA: Tapete Vermelho (NA), trilogia Uma Herança de Amor e Reencontros, que apesar de serem YA, achei mais NA. Gostei muito.

      Beijos.

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  6. Ei meninas,

    Muito bom o texto Carla, achei bem legal a forma como você deu dicas de vários livros nacionais dividindo por gênero.

    Eu não tenho preconceito com nacionais e acho isso uma grande bobeira, mas eu entendo. Acho que a primeira vertente é de quem foi obrigado a ler clássicos nacionais na adolescência, quando não estava preparado para tal, e pegou birra Eu mesmo tive que ler Machado de Assis na sétima série e até hoje não tenho coragem de ler outro livro dele de tanto que sofri para ler rsrsrs.
    A outra vertente, além do preconceito bobo, é de quem se decepcionou com alguns livros. Tem livros top, tem livros que estão nos meus favoritos, como Perdida e Pobre não tem sorte 2 ou Dragões de éter. Mas tem alguns muito mal escrito, muito mal revisados e são publicados e divulgados como top até por alguns blogs, e ai quando vc vai ler quebra a cara, acho que isso prejudica os autores que estão realmente preparados para publicar. Isso do leitor beta que vc citou é muito importante mesmo.

    Agora falando com blogueira, pessoalmente, parei de aceitar livros nacionais diretamente com o autor, a não ser autores que já conheço e acompanho outras obras como a Vanda Amorim, a Leila Rego etc. Que eu já sei que gosto. Porque já passei tanta raiva com autor que não aceita uma crítica negativa, que fica ofendido com resenha nota 3 O.O, que desisti. Não pego mais.
    Só pego agora quando é a Editora que envia, como os da NC.

    bjs

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    1. Oi, Fernanda.

      Fico feliz que tenha apreciado. :)

      Eu acho simplesmente infundado esse preconceito por parte das pessoas e concordo plenamente com você. Acho que sou exceção, mas todos os que conheço, nunca gostaram dos clássicos que éramos obrigados a ler na adolescência.

      Quanto aos livros mal escritos, mal revisados, nem te conto, viu? Já perdi a conta de quantos eu li neste estado — seja livros físicos ou digitais — por indicações de algumas resenhas. Agora só leio os blogs das amigas e em quem posso confiar, porque sei que pensamos igual e com coerência.

      Acho super válido expormos os prós e contras da obra em questão, em respeito aos nossos seguidores, mas é uma pena que alguns escritores não aceitem críticas negativas que são também construtivas que o ajudem a aprimorar nos próximos e a evoluir como profissional.

      Por isso, quando recebo proposta de parceria de algum autor que não conheço, pesquiso muito e analiso muito bem antes de aceitar, mas nunca tive esse problema.

      Beijos.

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  7. Olá, passei apenas pra dizer que já estou te seguindo e voltarei aqui futuramente pra fazer comentários sobre os posts.
    Seu blog é maravilhoso, convido você e suas leitoras a conhecer meu blog
    http://toobege.blogspot.com.br/
    Beijinhos

    Quem seguir no insta, sigo de volta http://instagram.com/theworldofmari

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  8. Vou ser sincera, apesar de todos os nacionais que li durante minha infância e adolescência - muitos dois quais você citou - eu passei a ter um grande preconceito com os nacionais. E eu só percebo isso hoje em dia.
    Isso porque não era na explicito do tipo: "eu não gosto de livros nacionais", era meio que inconsciente. Sempre que ia a uma livraria acabava nas prateleiras de literatura estrangeira. e se tivesse que escolher entre um nacional e um estrangeiro, sempre preferia o ultimo. A imprensa em cima dos estrangeiros também é maçante como você mesma ressaltou, e é claro que para uma garota de 15 anos isso influencia, e muito!
    Até que esse ano decidi ler Simplesmente Ana da Marina Caralho. E simplesmente amei. não só pela boa história, mas por uma empatia natural com aquilo que era contado. Era a nossa cultura, nossos costumes! Eu não precisei ler nas notinhas de rodapé para entender.. e isso foi uma experiência maravilhosa! Agora eu quero cada vez mais ler livros nacionais! Já comprei um na bienal, e estou de olho em vários outros rsrs

    Carla, já anotei algumas das suas dicas. Obrigado =))

    Beeijos, Dreeh.
    Livros e tudo que há de bom

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    1. Olá, Dreeh.

      Tenho muitos amigos que nunca tiveram o hábito de ler e passaram pelo mesmo que você, mas nunca é tarde para apreciar.

      É só pegar o livro certo e aí não paramos mais.

      Espero que tenha uma boa leitura. :)

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  9. Maldita escola e suas indicações/obrigações literárias.....Nunca tive tanto ódio de ler!!!!! Foram raríssimos os livros que li e que posso falar que gostei realmente, que posso me lembrar das histórias.... O restante de inúmeros ficou enevoado em minha mente, com exceção daqueles que detestei mesmo, e que foram um total martírio de ler. Posso dizer que minha paixão pela leitura é bem recente, e não comecei com livros nacionais não. Mas diante da divulgação, através de blogs, de alguns livros de autores nacionais, me interessei por vários, e hoje, sempre que posso, acrescento um a minha coleção. E alguns autores realmente me impressionam, não só com histórias maravilhosas, mas com uma narrativa extremamente bem escrita e elaborada..... Adorei o texto e as inúmeras dicas de leitura e vou dar uma bisbilhotada no blog, que não conhecia.....

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    1. Oi, Ana Paula.

      Não foi o meu caso, mas tenho algumas amigas que também ficaram traumatizadas com a época escolar por conta dos clássicos e até hoje elas não tem o hábito da leitura, mas estão revertendo isso e um mundo novo está se abrindo para elas.

      Fico feliz que tenha gostado das minhas dicas. E faça uma boa leitura!

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  10. Ótimo texto e ótimas dicas, Carlinha.
    Só queria acrescentar que existem dois caminhos de acabar com o preconceito: incentivar o gosto pela leitura desde pequeno sem exigir "certificado de origem" e o outro está na escola. Lembro dos meus colegas detestando ler tudo que era indicado na aula de Literatura - e se você levar em consideração que muitos eram Coleção Vagalume indica a preguiça de muita gente. E quando chegava nos grandes autores todos reclamavam de que era chato e desinteressante e as aulas não saíam do padrão "leiam para fazer a prova", o que tornava ainda pior.
    Meu critério é simples: gosto de boas histórias, não importa a origem. Assim como não tenho paciência com histórias ruins, não importa quem escreva. O problema é que muitos autores - nacionais e estrangeiros - querem confete e serpentina e não estão prontos para lidar com o contraditório. Gente, é impossível ser unanimidade.
    Por isso que eu sofro com os Hemingways da vida.
    Mas adorei as dicas, vou incorporá-las à minha pilha interminável de leitura.

    Bacci!!!

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    1. Oi, Betinha.

      Disse tudo! Nem tenho o que comentar.

      Na minha aula de Literatura era a mesma coisa. Era uma aversão que nem te conto. [risos].

      Nossa pilha só aumenta, né Betinha? Oh, céus!


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  11. Eu tenho vários nacionais aqui que são meus queridinhos.
    Gosto muito dos livros de Martha Angel. Eduardo Spohr, Marçal Aquino, Raphael Draccon.
    :)

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    1. Também tenho vários, mas não pude citar todos porque ainda não li.
      Tenho muita curiosidade de ler os livros do Raphael Draccon. :)

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  12. Amo livros nacionais, e fico feliz que os livros de autores brasileiros venham ganhando bastante destaque no mercado.

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    1. Também, Any.
      E nós só temos a ganhar com isso, né?
      Não é maravilhoso?

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  13. Adorei o texto, Carla. Você é uma blogueira e leitora incrível. Concordo também com tudo que foi falado acima. Quando penso que li clássicos como Dom Casmurro e Primo Basílio aos 12 anos (apesar de ter gostado um pouco, não me sentia preparada para ler algo assim), entendo porque muitas pessoas não adquirem amor pela leitura. Eu até curti esses e alguns outros clássicos, mas sempre gostei de ler, então imagino que tenha sido mais fácil. Como autora nacional recém-publicada, sei do preconceito e fico irritada que alguns livros ruins tenham tanto destaque nas mídias. Mas procuro não me focar no lado ruim e sei que estou galgando meu espaço devagar, leitor a leitor, como deve ser. Vendo as pessoas falarem bem do meu livro, elogiarem a história dele e em posts como este, sinto orgulho de mim, por ter feito essa escolha para a minha vida, e dos leitores e blogueiros que têm apostado em mim.
    Em relação à parcerias, acho que tanto o autor quanto o blogueiro devem procurar manter uma postura profissional e de respeito para com o outro.

    Cristiane Broca - Autora de Cinco Anos

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    1. Oi, Cristiane.

      Agradeço suas palavras e concordo com você, porque acompanho a batalha de alguns autores de perto e sei o quanto o caminho é árduo.

      Conte com o meu apoio no que precisar.

      Beijos.

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  14. Uau, post perfeito - até fui lembrada, que honra! :)
    Gostei muito das dicas! Vou seguir!!

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    1. Obrigada, Vivi.
      Jessi e Zack mereciam estar nesta lista. Afinal, eles deixaram meus dias mais alegres. :)
      Beijos.

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  15. Parabens Carlinha pelo otimo e completo artigo, e obrigado por lembrar de mim duas vezes! Bjao!

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  16. Excelente artigo. Gostaria de comentar primeiramente como professora. Não estou lecionando atualmente, mas já trabalhei com a grade de Literatura Brasileira para Ensino Médio e digo que nessa altura do processo escolar os professores ficam um tanto amarrados com as leituras obrigatórias de vestibular que priorizam, quase que exclusivamente, os clássicos.Por isso não há tempo hábil para se trabalhar outras obras. Contudo, acredito que esteja no ensino fundamental o X da questão. As crianças saem do quarto ano amanado a leitura, mas os livros são meio que esquecidos durante o quinto e nono anos. Digo que é nessa fase que a nova literatura nacional deva ser incentivada. E para que isso aconteça, além do engajamento pessoal do autor junto às instituições de ensino, é vital que o processo de revisão dos livros sejam criteriosos. Como colocar nas mãos de um aluno um livro com inúmeros erros gramaticais? Difícil, não?
    Como escritora entendo a reclamação dos blogs sobre os mimimis, mas isso ocorre em qualquer profissão. Pois é, a questão dos blog ficou tão séria que assumiu uma esfera quase que profissional. Minha dica: não fechem as portas para todos os autores, mas sejam criteriosos, façam uma pesquisa rápida nas redes sociais sobre o autor que vocês saberão, com certeza, separar o trigo do joio.
    Escrevi muito, não, mas o assunto instiga.
    Beijos.
    @ElysannaLouzada

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    1. Oi, Elysanna.

      Este assunto gera muitos debates e acho maravilhoso.

      Você disse exatamente o que penso, ainda mais sobre a revisão dos livros.

      Já sigo, mas para quem está começando, sua dica para os blogs foi excelente.

      Beijos.

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  17. Oi, Lenininha! Carlinha!

    Adorei o post, Carlinha, super completo! E concordo absolutamente com você, em todos os sentidos! Eu mesma já li alguns livrinhos nacionais ótimos! É uma pena que os nossos autores ainda tenham tão pouco reconhecimento por aqui, mas sinto que, nos últimos anos, isso começou a mudar um pouquinho, pelos menos. Hoje temos ótimos autores contemporâneos nacionais fazendo sucesso! E muitos novos surgindo por aí...

    É uma pena, como você mesma disse, que a revisão falha conte para a ideia que o autor faz dos livros e autores nacionais. Infelizmente, é um problema bem recorrente (já encontrei livros com erros gritantes).

    Vou aproveitar a listinha que você fez pra gente e anotar alguns títulos para ler, Carlinha!

    Muito obrigada!

    Beijos,
    Inara
    www.lerdormircomer.com.br

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    1. Oi, Inara.

      Quando a Leninha me indicou esse tema achei bom falar sobre as revisões porque é o que está acontecendo de forma recorrente, como você salientou muito bem. Infelizmente, encontro diariamente livros com erros crassos não só nacionais como estrangeiros também. É uma pena!

      Fico muito feliz de ver que a literatura nacional está chegando lá.

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  18. A série Vaga-Lume e "A Marca de uma Lágrima" marcaram minha infância e adolescência. Dessa época me lembro tb da Ruth Rocha e Stella Carr (adorava a série Calafrio dela). També já li A Moreninha, Iracema (esse com muito custo, pois odiei, rs...) e Senhora, mas nenhum se comparou à Diva, de José de Alencar. Apaixonei!
    Também que muitos dos nossos livros nacionais não deixam a desejar em nada aos estrangeiros.
    Já li alguns dos livros citados, tenho outros dessa lista aguardando leitura e mais alguns outros na minha lista de desejados. Tem até livros que eu não sabia se tratar de literatura nacional.... Que tudo!!!
    Carlinha, vc já leu os livro do Mauricio Gomyde? Só tive a oportunidade de ler "O Mundo de Vidro" e foi um dos melhores livros nacionais que li. Ri demais, é muito bom mesmo!!!
    Ótimo texto! Anotei um montão de dicas, que já entrara, pra minha lista de natal, hehe!!!!

    =)

    Suelen Mattos
    ______________
    ROMANTIC GIRL

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    1. Oi, Suelen.

      Fico feliz que tenha apreciado o texto.

      Também adorava Ruth Rocha, muito bem lembrado.

      Eu era apaixonada pela maioria dos clássicos, mas alguns detestei. Não sei se li numa época em que não estava bem, sei lá. Talvez se eu lesse nessa fase de vida, talvez eu gostasse.

      Su, tenho um livro aqui do Gomyde: "Ainda não te disse nada", mas não tive tempo de lê-lo. Dizem ser ótimo! Anotando sua dica. Valeu.

      Se precisar de mais dicas, só dizer. Tenho vários nacionais, contando mais de 100 digitais que adquiri na Amazon fora os livros físicos. :)

      Beijos.

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  19. Eu já li livros nacionais mas são aquelas leituras obrigatórias da escola, não sei porque mas não consigo me interessar por livros nacionais além dos tradicionais como os livros de Machado de Assis e outros, que são muito bons. Adorei quando você mencionou as histórias em quadrinhos de Maurício de Sousa, eu amo a turma da Mônica.
    Acho que depois dessas grandes dicas darei a oportunidade de conhecer melhor os escritores nacionais.
    Beijos
    the-universe-of-books.blogspot.com.br

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    1. Oi, Ketlen.

      Também sou apaixonada pela Turma da Mônica, ainda mais por essa revista jovem que foi lançado há pouco tempo. Sempre me divirto. :)

      Espero que se surpreenda e tenha boas leituras.

      Beijos.

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  20. É sempre com prazer e alegria que vejo pessoas como você, Carla, que estão abertas a conhecer a nova literatura nacional. Ser autor nacional nos dias de hoje é um grande desafio e um dos obstáculos que encontramos é conquistar leitores. Ainda é uma luta desigual com os livros estrangeiros, muitos considerados intocáveis por leitores que já olham para o livro nacional como segunda ou terceira opção. Mas vamos chegar lá! ;)
    Textos como os seus são inspiradores e só tenho a agradecer por meus livros estarem nessa sua lista de dicas! =)
    Beijos!

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    1. Oh, Simone.
      Agradeço suas palavras e concordo plenamente com você, mas com persistência e fé, além do apoio necessário, nossos autores chegarão lá. :)

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  21. A Carla é única e especial no apoio que dá aos autores nacionais.
    Sempre divulgando, lendo, opinando, defendendo! *-*
    Muito amor... Se ela resolve escrever romances ninguém a segura.
    Depois de voltar de um evento como o que eu fui hoje e poder falar sobre literatura e ler isso eu me empolgo ainda mais.
    Parabéns!

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    1. Ai, Aline.
      Fico lisonjeada com suas palavras e agradeço pelo carinho.
      Conte com o meu apoio sempre.
      Quanto a escrever romances, quem sabe um dia... [risos].
      Você não é a primeira pessoa a me dizer isso.
      Beijos.

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  22. Excelente post. Tenho lido muito mais livros nacionais ultimamente do que estrangeiros, por vários motivos. Eles têm ganhado uma repercussão maior graças as ferramentas de auto publicação, precos mais acessíveis e as narrativas não deixam nada a desejar em relação aos famosos. Tenho tido otimas horas de entretenimento em companhia desses títulos. Dos que vc listou li vários, outros estão na fila aguardando para serem lidos e, alguns eu nem conhecia, mas já vou procurar. Parabéns!

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    1. Obrigada, Eritania.

      Fico muito feliz em saber disso e concordo que os preços acessíveis são ótimos em relação a muitos que encontramos por aí, né?

      Tenho me divertido demais com ótimas leituras e não me arrependo. Essas foram apenas algumas dicas. Após essa postagem, acabei adquirindo outros que me encantei. :)

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  23. Ah ia me esquecendo, Aline Negosseki Teixeira está de parabéns, li três livros dela e simplesmente fiquei apaixonada pelas histórias.

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    1. A Aline é sensacional! Suas histórias são mágicas, possuem um romantismo, uma pureza por conta da sua escrita sensível e poética. Li todos os livros dela e pretendo conhecer outros.

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