Em Cartaz – Um Amor de Filme: Um Príncipe em Nova York


Para ilustrar o primeiro post do ano da coluna Em Cartaz – Um Amor de Filme tenho o prazer de apresentar Um Príncipe em Nova York, um filme do gênero comédia romântica, que estreou em 1988. Baseado em uma história criada originalmente por Eddie Murphy, que também atuou no papel principal, interpretando Akeem Joffer, o príncipe herdeiro da nação africana de Zamunda, que viaja para os Estados Unidos na esperança de encontrar uma mulher com quem ele possa se casar.
Um Príncipe em Nova York apresenta Eddie Murphy e  Arsenio Hall em vários papéis diferentes, de várias cores, credos e sexos.

Lançado em 29 de junho de 1988, pela Paramount Pictures nos Estados Unidos, foi um sucesso comercial de bilheteria, tanto nacional quanto mundialmente. O filme foi indicado a duas categorias no Oscar 1989: Melhor Figurino e Melhor Maquiagem para os efeitos de maquiagem para os vários personagens coadjuvantes de Murphy e Arsenio Hall.

A história é basicamente assim: 
Akeem Joffer, um jovem príncipe herdeiro do trono de Zamunda, um reino africano fictício, vive uma vida de luxo e riqueza, com todas as tarefas comuns do dia-a-dia sendo realizadas por criados. Akeem se aborrece com esta vida, desejando algo a mais para si mesmo. Em seu 21° aniversário, seus pais, o rei Jaffe e a rainha Aeoleon, lhe apresentam sua futura esposa, a princesa Imani, que ele nunca conheceu e que foi treinada para obedecer todas as suas ordens.

Querendo achar uma mulher que o ame pelo que ele realmente é, e não pelo seu status social, Akeem decide viajar para os Estados Unidos da América, juntamente com o melhor amigo e assessor pessoal Semmi (Arsenio Hall). O destino escolhido é o bairro do Queens (por "queen" ser rainha em inglês), na Cidade de Nova Iorque, onde fingem serem humildes estudantes estrangeiros, e vivendo num apartamento miserável em Long Island City, ao mesmo tempo em que tentam se habituar a uma realidade bem diferente da que conhecem. Pouco depois, os dois arranjam trabalho numa lanchonete de fast food chamada McDowell's (uma imitação do McDonald's), que pertence ao viúvo Cleo McDowell e às suas duas filhas, Lisa e Patrice. Akeem acaba se apaixonando por Lisa, e daí em diante muita coisa acontece.

É o primeiro filme do ator Cuba Gooding Jr., que surge como um figurante na barbearia, e traz Don Ameche e Ralph Bellamy (Mortimer e Randolph Duke) reprisando seus papéis como os milionários falidos do filme Trocando as bolas, também protagonizado por Murphy. O filme também traz uma participação especial de Samuel L. Jackson como um assaltante que tenta roubar a lanchonete McDowell's.
Uma sequência, intitulada Um Príncipe em Nova York 2, foi produzida e lançada em 2021, 33 anos depois, com a maior parte do elenco original.

Não tem como resistir ao sorrisão do Eddie Murphy, ao enredo engraçado e a tudo que esse filme traz de originalidade. Se você não assistiu não sabe o que está perdendo. Corre lá!


8 comentários

  1. No auge dos meus 7 aninhos, hehe.
    Nem sei quantas vezes assisti este filme, adorava as comédias das décadas de 80 e 90. Pareciam realmente muito mais engraçadas do que as mais modernas, era um humor mais puro, mais bobo.
    Um verdadeiro conto de fadas. O sorriso do Eddie Murphy é inesquecível mesmo.
    No final do ano passado, ali por novembro, se não me engano, passou na TV.
    Boas lembranças!!

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    1. Sorrisão aberto e verdadeiro, amo esse ator. Assisto sempre na TV à cabo, ta passando eu vejo, coisa de fã que gosta de filme bom.
      Acredita que não assisti ainda o segundo filme? Acho que é medo de me decepcionar, mas pretendo ver uma dia, quem sabe.
      Bjs, Van.

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  2. E o melhor post do ano(tá, um dos melhores rs) foi aberto com chave de ouro. Eddie consegue ser tão chato,mas tão chato, que é impossível não se apaixonar por ele ou por cada trabalho que ele faz.
    Esse filme marcou gerações e eu penso que continuará marcando, pois a ideia é tão original, mesmo tendo se passado tantos anos de sua criação.
    Eu vi a versão original muitas vezes e embora tenham tentado fazer uma nova versão, não chegou nem aos pés da original.
    Ruim? Não. De jeito nenhum. Mas oh, cá entre nós, hoje em dia, ver um filme "antigo" é saber que foi feito de verdade, sei lá, com uma genuidade, uma entrega real no tempo que o cinema ainda não era tudo isso em tecnologia.
    É como assistir Tubarão na época e imaginar tudo de verdade e hoje ver e? Ver até os ferrinhos no bichinho rs
    Adorei começar o ano tão bem assim!
    Beijo

    Angela Cunha Gabriel/Rubro Rosa/O Vazio na flor

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    1. Pois é, Angela, assistir um filme antigo nos dias de hoje é pedir para ver fios, grampos, vidros já quebrados e por aí vai, rsrsrs
      Mas e a magia, né? Os filmes de hoje tem tanta tecnologia que é impossível gostar. Eu fico igual idiota olhando e pensando: nunca que esse cara faria isso; Esse carro não vu, gente!; Até parece que o tiro só não pega nesse cara... E por aí vai.
      Mas que bom que temos os filmes antigos para nos divertir e relembrar bons tempos.
      Bjs

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  3. Menina, que saudade que me deu agora! Já assisti várias vezes esse filme e não me canso. Assisti a continuação também e, apesar de seguir uma linha diferentes do primeiro, também foi bem legal!

    =)

    Suelen Mattos
    ______________
    Romantic Girl

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  4. Leninha!
    O filme é muito engraçado e dei boas risadas.
    Só não achei o Eddie com cara de ter 21 anos, mas nada é perfeito né?
    Adorei quando ele escolhe o amor e volta para ficar ela, é demais...
    Não assisti o 2, mas já anotei aqui para me programar e assistir.
    Valeu a dica.
    cheirinhos
    Rudy

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  5. Olá! Eita que esse filme não poderia ter sido lançado em um ano diferente, ai ai não sei por que acho 1988 um ano tão perfeito, especial... cof... cof, voltando a resenha, eu já perdi as contas de quantas vezes assisti a esse filme e todas elas são sempre momentos especiais e para lá de divertidos, além claro, da história ser parecida com alguns livros o que deixa tudo ainda melhor.

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