[Lançamento] De volta para ela - Lauren Gallagher

Olá Românticas de plantão!

Para quem não sabe hoje é o Dia Nacional da Visibilidade de Transexuais e Travestis. A data foi criada em 2004, na ocasião do lançamento de uma campanha nacional elaborada por lideranças do movimento de pessoas trans, em parceria com o Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde.

E para comemorar essa data a Cherish Books BR lança seu primeiro livro com essa temática. Com vocês De volta para ela, de Lauren Gallagher. Nossa personagens principal, Shanon, é o tipo de personagem que gera empatia, respeito e principalmente amor de nossa parte. Ter a coragem de transicionar e enfrentar todo um sistema é algo que vários jovens trans passam, não só em nosso país, mas no mundo todo. A Cherish espera que a história dela possa influenciar positivamente todos aqueles que derem uma chance para essa história.

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De volta para ela - Lauren Gallagher
Trevor Larson é filho de um militar da Marinha. Ele costuma se mudar a cada poucos anos e, graças às mídias sociais, pode ficar em contato com os amigos que deixa para trás. Mas logo depois que deixa Okinawa, seu melhor amigo, Brad Gray, interrompe o contato e desaparece.

Quatro anos e duas bases depois, Brad ressurge e anuncia que sua família está chegando à base de Trevor na Espanha. Mas muita coisa mudou em quatro anos, e Trevor fica surpreso ao descobrir que Brad agora é Shannon. O reencontro não é exatamente o que os dois esperavam, mas rapidamente se reaproximam, ambos aliviados por terem um ao outro de volta.

Só que nem tudo é um mar de rosas. As forças armadas são um mundo pequeno e não há como manter em segredo a transição de Shannon. Os pais alertam os filhos para manterem distância dela. Ela não pode frequentar a escola por medo de assédio ou coisa pior. E embora seus pais tentem esconder isso, ser banidos por seu único círculo social estando a milhares de quilômetros de casa também os está afetando.

Mais e mais, Shannon se apoia em Trevor. Mas ela também está atraída por ele, e ele está atraído por ela também, sentindo coisas que nunca sentiu antes por ninguém.

Trevor está assustado mesmo assim. Não por namorar uma garota trans. Não por prejudicar a carreira ou a reputação do pai capelão. Mas depois de finalmente recuperar a amiga, ele se atreve a levar as coisas adiante e correr o risco de perder Shannon pela segunda vez?


5 comentários:

  1. Gente de Deus, eu nem fazia ideia de que havia um dia assim e admito pra você que fico triste com isso. Não, nunca pelo fato da data existir, mas pelo fato de ser preciso criar um dia para isso.
    Sendo que todos somos iguais, que não há diferenças no que se diz respeito ao ser humano e que saber respeitar ao outro deveria ser lei!
    Mas se não tem outra forma, que assim seja e viva a liberdade de sermos quem quisermos!!
    Amei as indicações da Editora que só vem trazendo novidades incríveis e oh, que capa lindinha deste livro que foi anunciado esta semana!
    Beijo

    Angela Cunha Gabriel/Rubro Rosa/O Vazio na Flor

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  2. Oi Leninha!! Não sabia sobre a existência da data comemorativa. Como falei na postagem anterior sobre este livro, acredito que ele fará história e irá abrir as portas para mais publicações como está. Nosso mundo literário cada vez mais diversificado. 👏👏👏

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  3. Olá! Muito bacana essa iniciativa da editora em nos presentear com uma leitura tão inspiradora, e trazer um tema tão pouco abordado. Não teria data melhor para o lançamento do que essa hein, se bem que esse troço de dia D, me deixa um tanto quanto incomodada, todo dia é dia meu povo, mas eu entendo que elas servem para chamar ainda mais atenção para a situação em si, enfim, muito sucesso para o livro e que venham mais histórias assim.

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  4. Leninha!
    Um romance bem atual e que deve abordar o preconceito em seu enredo também, deve ser muito bom.
    Imagina eles se apaixonarem e ainda enfrentar um pai capelão militar?
    Já quero ler.
    cheirinhos
    Rudy

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  5. Eu sempre fui uma grande ativista dos direitos lgbts e sempre gostei de ler livros na costa protagonistas fossem parte dessa comunidade e o que mais me impressionou no livro foi que boa parte dos livros LGBT publicados no Brasil são voltados a personagens gays Ou seja a população transexual, a sexual intersexual e a Polly sexual ficam em segundo plano ou seja novamente elas não tem a visibilidade necessária e por ter um livro tão fofo e brasileiro sendo publicado com essa temática Com certeza me faz ter vontade de comprar o livro imediatamente e fazer altas Fundações principalmente nessa data tão especial que a data da visibilidade trans

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