O Jardim de Ossos - Tess Gerritsen

Ossos desconhecidos, segredos não revelados e crimes não resolvidos lançam sombras ameaçadoras sobre o presente.
A recém-divorciada Julia Hamill acaba de se mudar para a casa de seus sonhos, uma mansão em um enorme terreno. Tudo parece perfeito, até que, durante a reforma do jardim, Julian desenterra um crânio humano com indícios de homicídio. E o mais intrigante: a cova data do século XIX.
O ano é 1830. O jovem estudante de medicina Norris Marshall é o principal suspeito das atrocidades cometidas pelo Estripador de West End. Na companhia do amigo Oliver e da imigrante irlandesa Rose, Norris parte em busca do homem mais perigoso de Boston, a fim de provar a própria inocência, visitando desde lúgubres cemitérios e salas de necropsia até elegantes mansões.
Separadas por quase dois séculos, as duas histórias se desenvolvem de forma precisa e instigante, conduzindo o leitor a um final tão chocante quanto engenhosamente concebido.

Muito bem.
Vou desconjuntar minha irmã por ter me incitado tão veementemente a ler esse livro.
Eu já não deixo bem claro que não tenho saúde pra histórias assim?
Hum?
HUM????

Não, Jardim de ossos não é ruim de tacar pedrada e nem a autora só pode tá de sacanagem por ter escrito um livro bosta.
É exatamente o contrário.
A história é tão, mas tão boa que pra desagarrar foi uma peleja. Ontem, por exemplo, lá estava eu às quatro da manhã, terminando a leitura na base da dentada porque largar o negócio sem saber o final não era uma opção.

Minha cara pela manhã? Rivalizou com os piores pesadelos da humanidade e tenho a ligeira impressão de que uma velhinha fez o sinal da cruz quando passei por ela hoje, na rua.

Sobre a história... 
A história é dividida entre 1830, quando aconteceu o bafão todo e os dias atuais, uma parte se ligando à outra. 
Bem, não posso contar o que fortemente me angustiou porque seria um spoiler do tamanho da minha desmesurada fome, mas te garanto que minha reação não foi algo bonito de se ver. 

A única coisa que posso dizer é que toda hora vinha um troço que acabava com a minha paz de espírito. Um rai de um suspense sem fim, de um "Mas que merda vai acontecer agora? Já não deu?" que fez meu cérebro me lançar olhares reprovadores porque combinamos "sem livro tenso".

E o final?
Literalmente, os últimos parágrafos? Queria MUITO que alguém que já leu me falasse se entendeu o mesmo que eu.

Claro que não posso sequer cogitar a hipótese de ponderar sobre isso aqui porque seria uma sacanagem que nem eu - dada a malvadezas - iria infligir a quem pretende ler o livro. 
Mas aceito teorias inbox.

Aliás, vou ate encerrar essa resenha porque estou fortemente tentada a falar o que não deve. 
Porque sou dessas.

Se recomendo? 
Pergunta besta.

;) 

3 comentários:

  1. Tícia!
    Gosto demais dos romances policiais justamente porque trazem essa aura de mistério que permeia toda a leitura.
    E gosto também quando o autor utiliza passado e presente, ligando os dois para resolver tudo e aqui ainda mais, porque uma parte se passa no século XIX.
    Estou cheia de curiosidade em poder ler.
    Desejo uma ótima semana!
    “Ciência é conhecimento organizado. Sabedoria é vida organizada.” (Immanuel Kant)
    Cheirinhos
    Rudy

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  2. Hahahaha, resenhas sinceras e diretas são tuuudo de bom nessa vida!!! Eu comecei a ler a sinopse e já fui gamando, daí li a resenha e gamei de vez!!!! Nunca li nadinha da autora, mas não tenho dúvida de que quero começar por este... Bjs Van.

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  3. Olá!
    Adorei a resenha e seus comentários. Ri muito hahaha
    Fiquei bem curiosa para ler esse livro, mais por causa dos comentários do que da premissa do livro hahahah
    Não conhecia nem o livro e nem a autora, mas gostei tanto que já vou procurar pra ler <3
    Beijos

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