Beijo de Sangue (Blood Kiss) - J. R. Ward

Paradise, filha do Primeiro Conselheiro do Rei, está pronta para se libertar da vida restritiva imposta às fêmeas da aristocracia. Sua estratégia? Entrar no programa do Centro de Treinamento da Irmandade da Adaga Negra para aprender a lutar por si mesma, a pensar por si mesma... ser ela mesma. É um bom plano, até tudo dar errado. As aulas são inimaginavelmente difíceis, seus colegas de sala são mais inimigos que aliados e está bem claro que o Irmão encarregado, Butch O’Neal, também conhecido como Dhestroyer, está atravessando sérios problemas em sua vida particular.
E tudo isso antes mesmo de ela se apaixonar por um colega de turma. Craeg, um cidadão comum, que não se parece em nada com o que o seu pai desejaria para ela, mas que é tudo o que ela poderia pedir em um macho. Quando um ato de violência ameaça pôr fim ao programa, e a atração erótica entre eles fica cada vez mais irresistível, Paradise é testada de maneiras que ela sequer poderia ter imaginado, o que a faz ponderar se é forte o bastante para reivindicar seu próprio poder… dentro do campo de batalha e fora dele.

Nota: Li no inglês (na marra, aos trancos e barrancos) e resenhei na época em que li. Então, de cabo a rabo, tá com o nome original do livro, Blood Kiss. No Brasil, vai ser publicado mês que vem (aeeeeeeeeeee!!!) com o nome Beijo de Sangue.

Sabe o óbvio? Aquele negócio tão incrivelmente evidente que até o mais lento de cabeça percebe? Que tá tão na cara que chega a ser redundância?
Pois é... ÓBVIO que eu amei Blood kiss.

Aliás, começo a acreditar em uma provável macumba da Ward pro meu lado, já que tudo que a mulé escreve sobre IAN me deixa arriada, abobalhada, obsessiva e, claro, desejando secretamente que os desafetos da série fiquem com caganeira em algum fim de semana prolongado.
Mas como fomentar tal ideia é infantil, vou fingir que tô brincando.

Blood kiss é o primeiro livro de Black Dagger Legacy, um spin-off da Irmandade da Adaga Negra, série favorita pela qual nutro um arregaçado ciúme. É só alguém tecer um inocente comentário, lá to eu pronta pra distribuir voadora nas leitoras mais salientes.
E agora, nem vou fingir que tô brincando.  =/

Bem, continuando... essa história é mais levinha que os livros de IAN, foca basicamente no romance – acrescido de um misteriozinho – e gira em torno de dois casais: Marissa/Butch e Paradise/Craeg, os personagens novos que já deram as caras lá em Os Sombras.

Mas se você acha que tudo se resume na encochada, esqueça. Tem muito arranca-rabo. Motim verbal. DR. Chamada na chincha. Barraco.

Marissa e Butch, por exemplo, estão com problema de comunicação enquanto Paradise e Craeg comungam uma atração, mas entram em conflito porque ele quer se concentrar no treinamento e ela, por sua vez, quer se concentrar no pinto dele.

(Comentário tosco e necessário: Pinto que, aliás, está em consonância com o padrão Píton-Reticulada dos pintos IAN).

Fora as partes que aparecem os outros Irmãos. A-M-E-I o capítulo da sessão de cinema na mansão. As shellans assistindo Magic Mike, numa versão vampírica de Luluzinha e a homarada sem poder chegar perto.
A reação dos vampirões? 
Só um trechinho:
“Quando ele [Butch] era humano, nunca se importou com esse tipo de coisa. E Marissa não era só o amor de sua vida; ela era uma mulher de valor que nunca o trairia. E não era como se ela estivesse em um motel vagabundo com o cara, pelo amor de Deus! Ela estava com suas amigas, assim como ele saía com os seus.
Isso era ridículo.
Ele era não o tipo ciumento.
O som de passos o fez olhar para trás. Era Rhage e o irmão tinha na mão um copo de Alka-Seltzer.
Hollywood olhou para as escadas. E poderia apostar como ele estava pensando exatamente no que ele mesmo pensava no momento.
- Eu vou lá para cima. - anunciou o cara.
- Ei, espere, espere, espere! - Butch agarrou seu enorme antebraço e apertou. – Você não pode simplesmente invadir a sala.
- Por que não?
- É a noite das mulheres.
- Então, eu vou colocar um vestido.
- Puta que pariu, Rhage. Sério?"
(Tradução livre e muito mais ou menos)

Ameeeeeeeeeeeeei!!
Se recomendo?
Com plumas e paetês!!
;)


5 comentários:

  1. Ahhh, tô com invejinha de você! Eu também quero ler!
    (já estou aceitando doações!)
    Olhando friamente, a feminista em mim se incomoda com várias coisas na série (o papel da mulher não é dos melhores, né?) mas os livros são tão ...irresistíveis!
    bjs!

    Thaís

    Uma Conversa Sobre Livros

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  2. Cara, adoro o exagero e a intensidade do Rhage pra tudo na vida. Estou no final do livro do Tohr e louca para começar Amante Finalmente, sou apaixonada pela série e adoro TODOS os persongens uns mais qque os outros é claro como o Z e o Rhage, Qhuinn e claro o Rei. Louca para ler.

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  3. Bom não conheço essa série, e apesar de foco principal desses livro não ser a cenas eróticas,posso se dizer que a sua resenha não me despertou interesse em ler, não pelo fato de ser ruim, gostei muito e dei risadas principalmente quando você disse que ''Mas se você acha que tudo se resume na encochada, esqueça. Tem muito arranca-rabo. Motim verbal. DR. Chamada na chincha. Barraco.'', mas sim pelo fato de não ter me envolvido com a trama, sei que tem muita gente que gosta, porém esse não e tipo de livro que eu leria.

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  4. Confesso que com o tempo e a medida que os livros da série iam sendo lançados só continuei a leitura da série IAN por causa dos principais irmãos - O Rei, Z, R... - pois eles sempre estão presente nos livros da série algo que amo pois consigo matar a saudade <3
    Mas não consegui me interessar por esse spin-off, a trama não me atraiu, nem mesmo ao saber que a história também foca em outro casal - Marissa e Butch - fiquei curiosa para ler Beijo de sangue...
    Mas amei sua resenha, e seu desejo secreto sobre os desafetos da série sofrer com caganeira em algum fim de semana bem que poderia acontecer nas histórias de IAN, né!? ;)
    Bjos!

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  5. Olá, Tícia!

    Pode até ser um livro "leve" mas tem muito arranca-rabo. Já vale a brincadeira "Se esse é o leve, imagine os pessados...", só que sem a parte do imagine, pois em IAN é tiro, porrada, bomba e amasso mesmo!
    E a ideia do Rhage de usar vestido para entrar no Clube da Luluzinha vampiresca só por ciúmes de gatos tipo Channing Tatum e Matthew McConaughay dançando e tirando a roupa? Impagável! Se Rhage fizer isso, o Mike perderia o Magic!

    Um abraço!

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