Walking Disaster - Jamie McGuire

Todos surtam, todos vibram, e muitos estão aguardando ansiosos pelo livro Belo desastre pela visão de Travis Maddox. Teve quem amou e quem odiou Travis Maddox e seu comportamento em Belo desastre, então nada melhor do que tirar a prova dos 9 lendo o livro sob sua ótica. E eis que a Tícia nos brinda hoje com a sua resenha super divertida do livro.
Com certeza vale a pena ler.

Deixemos de papo e vamos lá... Com vocês!

Walking Disaster - Jamie McGuire

Sinopse:
Você pode amar alguém assim? Travis Maddox aprendeu duas coisas com a sua mãe antes dela morrer: Ame bastante. Lute mais ainda. Em ‘Walking Disaster’ a vida de Travis é repleta de mulheres sem sentido, apostas ilegais e violência. Mas justo quando ele pensa que é invencível, Abby Abernathy o faz cair de joelhos. Toda história tem dois lados. Em Belo desastre, Abby contou a sua, agora é a vez de ver a história pelos olhos de Travis.


Nota: se você ainda não leu Belo desastre (clique e leia a resenha da Tícia sobre o livro), pare por aqui porque tem um tantão de spoiler sobre este livro.
Um conselho? Come um chocolate em minha homenagem.

Nem bem Walking Disaster saiu nos Estêites e cá estamos Tico, Teco e eu escrevendo esta resenha.
É, a esperada “versão Travis Maddox” de Belo desastre está entre nós. Quer dizer, entre os americanos, já que o livro ainda não foi publicado no Brasil.

“Como assim você vai ser piiiiiiiiiiiiiiiiii ao ponto de instigar minha curiosidade se ainda não temos Walking Disaster nem no Oiapoque e nem no Chuí?!”.

Bem, antes de você encomendar um boneco vodu de moi, sinto uma fremente obrigação de defender minha honra: a responsável por essa carroçada toda na frente dos burros é a tal da afobação. Ela realmente desconhece o significado das palavras “espere publicar aqui no Brasil”.
Como pode ver, sou inocente.

Mas não se desespere. Segundo ouvi falarem por aí, deve sair lá para julho... ou agosto... setembro, talvez...
Não, não roa suas unhas. Ao invés disso, pense no preço da manicure e faça como eu: pressione a Editora Verus com um bombardeio apocalíptico de e-mails e mensagens via Facebook.
Acredito que chatice também vence batalhas.

Walking Disaster...
Por onde eu começo?
Por Belo desastre, claro.
Você pode até não ter lido, mas certamente já ouviu alguém comentar ou leu em algum lugar sobre a história de Travis Maddox e Abby.
Ele - o bad boy/pegador/lutador de UFC paraguaio.
Ela - a garota certinha, comedida e cheia de segredos.

Os dois se conhecem na faculdade e, nesse meio adepto à filosofia do “pegar geral” e “beber até o coma”, Abby consegue o improvável: conquista o muchacho mais cobiçado, Travis.
A partir daí, temos um romance conturbado, cheio de idas e vindas com direito a loucuras do mocinho e acertos e desacertos da mocinha.
Resumindo em poucas palavras, posso dizer que minha leitura de Belo desastre foi marcada por sentimentos contraditórios porque adorei algumas partes enquanto outras, detestei. Detestei mesmo.

Mas eis que surge Walking Disaster, sob a ótica de Travis.
Se você já gostava desse tatuadão antes, prepare-se: você pode se apaixonar ainda mais.

A história sob o ponto de vista dele é muito interessante porque suas atitudes e seu comportamento bipolar são explicados e, com isso, entendemos melhor tanta instabilidade emocional e ações descabidas.
É óbvio que quebrar uma casa porque foi abandonado ou sair sovando todo cara que olhar pra namorada continua sendo coisa de gente doida, mas é impossível não criar empatia por Travis.

E não poderia deixar de dizer que quando eu soube que sairia essa versão, meu maior medo era o de ler a mesmíssima história, ou seja, mesmas cenas, mesmos diálogos e conflitos, com uma leve maquiagem pra enganar desavisados.
O início foi assim, não vou negar. Achei bem parecido, e quase desisti. Porém, na medida em que a trama desenvolvia, deu para sentir diferença. Não só porque temos outra visão, mas porque muitas cenas são inéditas.

Aliás, fiquei impressionada como desapareceram em Walking Disaster a maioria das coisas que me incomodaram na versão Abby.
O tal do triângulo amoroso - que eu aprecio tanto quanto um piriri crônico – por exemplo, não foi tão explorado. Até os pitis da América foram mais brandos, acredita? E, mesmo correndo o risco de ser esculhambada geral, é muuuuito melhor estar na cabeça de Travis do que na de Abby.

Implicância? Sei lá. Já me falaram que quando pego birra sou pior do que mula empacada. (Será que me chamaram de mula subliminarmente?)
De qualquer forma, não simpatizei com algumas ações inconstantes e alguns pensamentos da mocinha e estar livre de tudo isso foi catártico pra mim.
Mais um ponto para Walking Disaster.

Bem, não dá para falar muito mais porque a história já é conhecida.
E acredito que, exatamente por isso, muitos podem desistir de ler. Já vi gente que gostou, gente que amou e gente que detestou porque não viu lá tanta diferença.
Eu gostei muito.
Tanto que até “favoritei” o livro no Skoob!

Recomendo?
Ôxi! Com Abby e tudo!
; )

12 comentários:

  1. Adorei a resenha da Ticia, super empolgante! Me fez imaginar ela lendo e tendo as caras e bocas ao escrever essa resenha, hilário! kkkkkkk

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    1. Ih, Simone...
      faço caras e bocas mesmo.
      É um horror! kkkkkkkkkkk
      bjoooooooooooooo

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  2. Estou louca para ler Walking disaster e sim já vou dá o maior preju na manicure, mas por enquanto só encontrei versão em inglês e eu pobre mortal ainda não domino a língua. Como faço? Vc sabe quando finalmente sairá em português? Bjos e estrelinhas.

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    1. Oi Meros,
      menina... eu tô bombardeando horrores a Verus pelo Face perguntando sobre publicação. Não me responderam ainda, mas acho que nem eles devem saber. kkkkkk
      Puvi dizerem que no segundo semestre já sairia. O negócio é esperar, né?
      E nada de roer unha, mulé! rsrs

      bjooooooooo

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  3. Louca pra ler esse livro, amei Belo Desastre, acho que foi um dos livros que mais gostei esse ano!!!
    Beijos
    http://coracaodetinta.blogspot.com.br/

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    1. Patty,
      se vc gostou de Belo desastre, então acredito que vc vai amar esse.
      bjoooooooooooo

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  4. Ticia, sua spoileete

    Nao pude ler sua resenha, sua lindona.... vou deixar pra depois, visto que ainda vou ler o dito cujo tão esperado e aguardado.... snifififififisiisisnififiiifsnififiifisnfisnifnisinsifisfisfsifsifisnfsifi

    bju

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    1. Ô Flá!
      Pode ler a resenha, mulé!
      Spoiler é só do Belo desastre.
      Do Walking Disaster não spolêi, não.

      Acho.

      bjooooooooooooooo

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  5. Ticinha sua linda

    Eu li Belo Desastre e tive implicancia com o Tatuadão, puta cara grudento me lembrou uma certa pessoa ...uma pista um ex rsrsrsrs.

    Infelizmente não pelas tatuagens as lutas e o sex Appeal, mas pelo grude uiiii tive até Flashback e pesadelos rsrs.

    Masssss vou ler esse mesmo assim..quem sabe exorcizo essa impressão.

    bjussss

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    1. Fabíola, sua lôra!
      te entendo, acredite!
      Acho que eu tb não aguentaria um cara como Travis na vida real.
      Quer dizer... com aquele corpitio e aquele rostitio, não sei não... kkkkkkkkkkkk

      Mas se vc teve uma experiência ruim, fica o trauma. rsrsrs

      Lê sim, vai que vc gosta?

      bjooooooooooo

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  6. Tem alguns livros que eu não ligo de ler spoilers, mas Belo Desastre é um livro que eu quero ler sem influência de ninguém. Gostar dos personagens e sentir tudo a cada frase lida! :x
    Só espero poder ler isso antes de ir a Bienal, acho que não vou aguentar ficar na ansiedade com o romance da Abby&Travis! ._.

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  7. Li a sua resenha de Belo Desastre, e apesar de entender os pontos negativos que você apontou, eu realmente amei aquele livro. Mas Desastre Ambulante é surreal de bom. Primeiro porque está na cabeça de Travis foi sensacional e segundo porque as partes que a Autora escolheu relatar de fato eram as melhores cenas da história. Sem falar nas cenas de acréscimo no final. Parabéns pela originalidade da sua crítica mesmo em meio ao universo de leitores que o consagram como o melhor do New Adult....(assim como eu)....rs

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