Uma Coluna para chamar de minha, com Vivi Lima


Olá, pessoal! Estou aqui fazendo as vezes de comentarista de novela.  Só para constar, a especialista em novelas aqui é a Leninha. Apenas espero que esse post seja um pretexto para que ela ceda espaço em seu blog aos folhetins brasileiros que marcaram época.

Coisa inédita apaixonar-me por uma novela.  Sou difícil de me fidelizar a qualquer tipo de ficção seriada. Televisionada então nem se fala. Assisto-as aos picotes. Pego cenas de um episódio aqui e acolá. Eis o meu jeito de acompanhar mal acompanhando. Quando me apaixono por uma série ou novela (coisa raríssima de acontecer), a preparação para o encontro é natural. Antecipo alguns projetos e deveres. E graças às inovações tecnológicas, quando não é possível fazê-lo, apelo para a internet e assisto aos capítulos online.

Foi assim com a novela "A vida da gente."


Foi linda, não foi? Novelão!

Tinha gente de verdade. Tinha família. Tinha gerações marcadas pelo amor e também pelas discórdias parentais. Tinha muita sensibilidade e um lirismo realista. Perdi a conta dos belos diálogos que despertaram choro e riso em minh'alma. E por falar em alma, tinha o texto de Lícia Manzo.

Aí está o que me prende diante da telinha: bons textos. E o da novela tinha uma qualidade que ultrapassava a linguagem comum. Cheia de energia espiritual e beleza, enriquecia o corpo da narrativa tornando os seus personagens vívidos. 

Ouvir dizer que o verdadeiro protagonista da novela não foi o trio Ana-Rodrigo-Manu. Mas, o texto, o discurso, a mensagem. Concordo. Porém considerando a importância de um bom partner, digo que os grandes protagonistas de A vida da gente foram o Texto e a Vida cujo destino, como cantou tão bem Maria Gadú, é composto pelo Tempo.

O título já o diz: A vida da gente é a estrela.  E se repararmos bem, veremos o quanto a novela foi redondinha. A partir do tema e do título, viu-se a coerência sempre presente. Ora, se é sobre a vida da gente, havia de se destacar todos os personagens da trama. E todos ali tinham a sua história, dramas e amores para contar. E não é assim conosco? Como saber o quanto da nossa história é penetrada pela mistura das histórias de tantas outras pessoas existentes em nosso entorno íntimo e externo?  E até que ponto a consciência disso influencia as nossas escolhas?

Em se tratando da vida da gente, a condução da narrativa havia de ter competência para lidar com a noção romântica cultural. Afinal de contas, é necessário realismo para falar da vida.  Ainda que o lirismo atenuasse e conferisse beleza aos momentos trágicos.  Nesse ponto, talvez uma das mais recorrentes reclamações do público diga respeito à ruptura com a narrativa-padrão das novelas, a saber: mocinho + mocinha no início da novela tem que ser igual a mocinho + mocinha juntos ao final; com os vilões devidamente punidos e todos os obstáculos e problemas evaporados da história e da vida de todo mundo.

Ora, caso fosse assim, a história perderia todo o sentido. Lembram-se de eu ter dito acima que A vida da gente (a novela) era redondinha?  Pois então. Ela reproduziu nada mais nada menos do que a rotação da vida. Para o bem e para o mal. Se assim não fosse, como solucionar os dilemas apresentados? A vida flui, eis a solução. E não é para ser um lamento, disse um personagem no último capítulo.  Houve alguém entre os atores que disse saber, desde a sinopse, o término da novela. Estava tudo ali amarradinho. O que me deixa feliz em saber que houve cuidado ao planejá-la para o bem da coerência.

Para concluir, a novela representou a trajetória circular de nosso caminho. Sempre a lembrar a cada um de nós o sentido da impermanência, pois a vida não passa sem mudanças e recomeços. Finitos e relativos, queremos ser e viver o absoluto. Que a paixão não acabe, que sejamos eternamente jovens, que o instante dure para sempre, e etc.  Mas há o tempo, tempo, tempo, tempo...a eterna contagem dos círculos que se fecham e dos que se renovam.

Eis a vida da gente:
“Ninguém entra num mesmo rio uma segunda vez. Pois quando isso acontece já não se é o mesmo, assim como as águas que já serão outras. Foi um filósofo grego que viveu no século V a.C , Heráclito de Éfeso, quem fez essa formulação que até hoje nos fascina: ‘o fluxo eterno das coisas, é a própria essência do mundo’, apontou Heráclito.
E se ainda hoje ficamos espantados com isso é porque nos apegamos teimosamente ao que já passou, esperando no fundo que tudo permaneça igual.
Então, é necessário um filósofo da antiguidade ou um escritor contemporâneo pra nos fazer entender que nada é permanente, a não ser a mudança.

Olha só, eu separei aqui um trecho do ‘Grande Sertão’ onde o Guimarães Rosa, fala um pouco sobre isso, olha só que beleza:

“O mais importante e bonito do mundo é isto, que as pessoas não são sempre iguais, ainda não foram terminadas, mas que elas vão sempre mudando, afinam ou desafinam, verdade maior. É o que a vida me ensinou...”

Não é incrível?

O filósofo flagra a fluidez e o escritor se maravilha com isso.

“É o mais bonito da vida”, diz Guimarães Rosa.

É uma celebração do movimento, não é um lamento. O tempo não pára. E isso é belo. Então, semana que vem, nós nos encontraremos aqui, e eu serei outro, e vocês também.”

Lourenço, personagem de Leonardo Medeiros.

"Quem teve o privilégio de viver muito sabe que o tempo é um mestre muito caprichoso. Às vezes, as suas lições são tão repentinas que quase nos afogam. Outras vezes, elas se depositam devagar como a conta gotas diante da avidez das nossas perguntas. E, por isso, quem teve o privilégio de viver muito tempo, aprende a olhar com serenidade o turbilhão da vida.

Amores ardentes se extinguem. Urgências se acalmam. Passos ágeis, alentam.

Enfim, tudo muda. Muda o amor, mudam as pessoas, muda a família, só o tempo permanece do mesmo modo, sempre passando.

Um brinde ao tempo que esculpiu no meu rosto e na minha alma a sua marca que tanto me orgulho.

Ao Tempo!.... Ao Tempo....."

Vó Iná, personagem de Nicete Bruno.

“Ana, minha querida, dizem que o amor acaba, que o amor termina. Mas não é verdade… nada acaba, tudo dura, continua e se transforma. Enquanto eu aguardava na sala a cirurgia, mil anos se passavam… as duas  estavam lá dentro e eu me perguntava: ‘se alguma coisa acontecer com as duas?’ Dizem que passa um filme da nossa vida, na nossa cabeça e, por isso, eu vi vocês duas meninas chegando na minha casa e nós três juntos ainda pequenos. Depois, nossa fuga de casa. E vi nossos medos, vi nossa coragem, vi os saltos sem rede… que tantas vezes se chama amor. Vi você indo embora, sendo levada de diferentes formas tantas e tantas vezes e, depois vi você voltando... e no fundo dos seus olhos, eu vi tudo que a gente não tinha vivido. E a partir daí fiquei dividido entre dois amores da minha vida! Durante o tempo que eu aguardei naquela sala eu entendi que não tinha divisão nenhuma. O que eu tinha vivido tinha ficado pra trás. Era tudo parte de uma mesma história, mesma vida, mesmo sentimento: AMOR.
Foi então que eu vi a nós dois juntos cruzando fronteiras. É que naquele momento eu precisava ser forte, finalmente, sem mais…
Uma infância roubada. Uma adolescência compartilhada. Uma juventude não vivida. Eu consegui atravessar aquele rio, como se em um instante eu tivesse vivido tudo aquilo que ainda não tinha vivido do outro lado da fronteira, que sem perceber nós já tínhamos cruzado. E do lado de cá, dois adultos maduros. Finalmente libertos daquele fardo pesado feito de lembranças e sonhos antigos. Porque há sonhos novos do lado de cá da fronteira. E agora podemos viver.” 

De Rodrigo (Rafael Cardoso) para Ana (Fernanda Vasconcelos)

"Como se eu tivesse alcançado a outra margem de um rio. O rio onde a gente se amou pela primeira vez, o rio do meu acidente, mas sempre um rio. E porque naquele momento eu precisava ser forte, finalmente, sem escapes, eu consegui atravessar aquele rio eterno. Como se num instante, eu tivesse vivido todos os anos que ainda estavam parados em mim, me esperando
Do outro lado da fronteira, que sem perceber nós já tínhamos cruzado, uma infância compartilhada, uma adolescência truncada, uma juventude não vivida. Do lado de cá, dois adultos maduros finalmente libertos daquele fardo pesado feito de lembranças, de sonhos antigos. Porque há novos sonhos do lado de cá da fronteira. E agora podemos viver"!

De Ana (Fernanda Vasconcelos) para Rodrigo (Rafael Cardoso)


Lindo! Isso é literatura! A vida da gente que vale a pena ver e ler de novo.

Lícia, eu estou de olho em você desde a série "Tudo novo de novo". Só para registrar a minha admiração: seus textos são bem bons.

Para saber mais, navegue pelo site da novela. Acabei de fazer o teste  para curiosar sobre qual dos personagens da novela eu seria. Deu Alice. Identifiquei-me com a análise...rs

Abreijos! E até a próxima vez. 



Onde estou: 

 

33 comentários:

  1. Thanks again, Leninha, por ceder espaço aos meu falatórios. :)

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  2. Nossa, esse texto foi tão lindo como a novela. Vivi, você escreve muito. #prontofalei.

    bjokas

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  3.  Eu que agradeço! Sua presença só enriquece meu blog.
    E concordo com você sobre a novela, que me fez abrir mão de 1 hora de leitura por dia para assistí-la, e quando perdia um capítulo corria e via no site da novela.

    Ressaltando que amei cada ensinamento proposto com os textos e que amei o final, nada mais justo e clássico do Tempo.

    E o post então, impecável!

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  4. Que post mais maravilhoso!
    Esta novela marcou minha vida, pelo mesmo motivo que você ja mencionou: Não me apego a novela e seriado nenhum, nunca. Mas desde o primeiro capítulo foi inevitável a minha paixão pela A Vida da Gente. A novela mais sensível que eu ja assisti, que me fez arrepiar a cada capítulo assistido. Poucas vezes me apeguei a uma novela e com certeza isto só ocorreu com tramas antigas, como por exemplo Roque Santero, A gata Comeu, O Rei do Gado....mas com alguma contemporânea não, até que surge A Vida da Gente e muda tudo....

    Parabéns pela postagem!

    Vanessa - Balaio

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  5.  Que bom que você gostou da novela e do post. Também sou fã das antigas novelas, as que você citou estão no rol das minhas preferidas.

    Com certeza A Vida da Gente entrou para minha lista!
    BJ!

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  6. Vivi, querida, 

    QUE FALTA FAZEM BONS TEXTOS NA INTERNET! Que falta fazem os SEUS textos. Nessa época de blogosfera cada vez mais vazia de conteúdo, que bom vir aqui e encontrar você de novo. 

    Agora, falando sério: você pode achar que é por causa do seu texto, mas acredita que eu quis falar dessa novela também? Não exatamente sobre a novela (que não acompanhava, via muito esporadicamente), mas sobre aquela fala do Lourenço, sobre o rio. Sobre a vida. Achei aquilo tão lindo, tão profundo e são simplesmente explicado, que quis falar sobre, mas o momento passou e acabei não achando o vídeo da cena pra embedar. Que falta fazem coisas assim, que nos façam refletir sem cair na pieguice. E o povo reclama porque está mal acostumado à má qualidade de tudo, de literatura à programação da Tv. E, quando vê algo que o force a pensar, reclama. 

    Me arrependi de não ter acompanhado essa novela. Adorava novelas, mais antigamente, e poucas me chamam a atenção hoje em dia. 

    Belíssima a sua análise. Dá o que pensar e eu adoro isso. 

    Beijão!

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  7. Parabéns pela coluna, ótima considerações. Não acompanhei o bastante da novela a ponto de poder ter uma opinião formada, porém é inegável pelas partes apresentadas que o texto é riquíssimo, cheio de sentimento e emoções intensas. Curioso, o que não me atraiu na novela foi a escalação de alguns atores como personagens principais, mas sem dúvida leria se fosse um livro. 
    Bjks,

    Maribell

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  8.  Com certeza essa novela daria um belo livro. Desde o início dela já achava que a autora se inspirava em romances de banca, com todo seu drama. Sempre esperei aquele final, até por que nem sempre a realidade imita a arte, e adorei isso!

    Obrigada por comentar, beijinhos!

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  9. Eu não consigo manter a atenção na TV por mais que alguns minutos. E, mesmo se quisesse, foi-se o tempo em que eu chegava em casa antes das 18h. Mas vi muitos elogios a esta novela e fico feliz que a história tenha sido assim tão boa e tocante - perto de tanto lixo...

    Beijos

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  10.  Bom ter você por aqui também Lilian, seja sempre bem-vinda!
    Que bom que você gostou do post, sou suspeita para falar, pois além de ter amado a novela, amo a escrita da Vivi, e adorei o post.

    Beijinhos!

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  11. Oi, Vivi.

    Quero parabenizá-la pela leveza e lirismo como você descreveu essa novela, que infelizmente não tive a chance de acompanhar, mas minha mãe sim. Se um dia reprisar, pretendo assistir com certeza!

    Há muito tempo não acompanho mais como era antigamente que não perdia um capítulo de algumas que foram memoráveis como: "Selva de Pedra", "Barriga de Aluguel", "Renascer", "Terra Nostra", "O Rei do Gado", "Top Model", "A Gata Comeu", "Que Rei sou Eu?", "Vamp", entre outras.

    As citações são pungentes e belíssimas. São raros conteúdos excelentes que geram reflexão, porque hoje em dia tudo é tão fútil e sem qualidade que quando deparamos com algo sublime é maravilhoso!

    Continue com seus posts e sempre trazendo novidades que enriquecem nossa alma e nosso coração tão carente de textos como o seu.

    Beijos.

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  12.  Eu disse que a novela era boa, não foi?!
    Tomara que reprissem logo!

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  13.  A novela foi muito boa mesmo!
    Tomara que um dia reprisse e dê para você assistir!
    bj!

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  14. Pena que não pôde vê-la, Carla. Em matéria de texto e lirismo, a novela foi um belo presente. Nunca tinha visto uma novela assim.  Achei-a bem diferente do que vemos por aí. Dentre as que vc citou, gostei bastante de Que Rei sou Eu? e A Gata Comeu...

    Ah, e se houver reprise, não perca.

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  15. Realmente, Cíntia, os telespectadores estão se alimentando de muita porcaria. Por isso, os bons exemplos da telinha merecem destaque. Muitas vezes eu perdia o horário de exibição. Mas como a minha irmã é assinante do site da tv globo, eu pude ver os capítulos perdidos na íntegra.

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  16. Olá, Maribell! Bem que poderia virar um livro mesmo. Confesso que olhei a novela com reserva no início.  Temi que dessem à narrativa um viés bobinho, mas fui surpreendida para melhor. Os atores se saíram muito bem. Inclusive, segundo eles, o texto já lhes dava todo material emocional necessário para representar a cena com beleza e verdade. Foi lindo de ver. ;)

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  17. Lilian, minha querida cupcake! Cê sabe que a sua opinião vale muito para mim, né? Muito obrigada mesmo, querida. O final foi impactante em matéria de discursos. Todos tinham um conteúdo reflexivo interessante a ponto de nos impelir a ponderar sobre as coisas, sobre a tessitura da vida,  sobre a gente e a nossa teia de relações. Tive que me valer da concisão para não sair falando das muitas cenas que me emocionaram ao longo da novela.  Se pintar reprise, não hesite. É para ver e se encantar. :)

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  18. Oi, Vanessa! Verdade.  Novelas assim não são feitas há muito tempo;  se é que houve alguma que pudesse alcançar o grau de qualidade, delicadeza, respeito à vida e ao telespectador que A Vida da Gente alcançou. Eu não me lembro de novela alguma que tenha me levado a  refletir e  a me emocionar tanto como essa. Como você bem disse: "foi a novela mais sensível que já assisti".  Bjs e abraços!

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  19. Tonks, querida, obrigada. Isso muito me incentiva. :)

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  20. Comentamos alguns episódios, esbravejamos nossas raivas e compartilhamos nossa identificação sobre os personagens da novela algumas boas vezes, né, Leninha? Foi muito divertido!

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  21.  Vivi,

    Pode deixar que serei a primeira a assistir quando tiver essa oportunidade.

    Sempre escuto: "Já não se fazem mais novelas como antigamente".

    E isso vale para tudo, porque atualmente só vemos coisas fúteis e que não acrescentam nada em nosso âmago, o que é uma pena!

    Temos que valorizar quando algo é bem feito, como você salientou muito bem acima.

    Beijos.

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  22. Oi Vivi e Lena!

    ADOREEEEEEEEEEEEI essa novela! Ficava deprimida quando não chegava a tempo de assistir!

    Esse é o primeiro texto seu que leio e concordo com as meninas, você escreve muito bem. Parabéns!

    Beijos

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  23. Olá Vivi!


    Eu amei seu texto, flor! Lindíssimo! Nossa! Depois dele fiquei arrependida por não ter visto a novela. :( Eu queria ter visto. Perdi uma grande novela. Isso que é novela! Não essas "coisas" que costumam passar na televisão.

    Aguardando com ansiedade seus próximos textos. :D


    Bjs e parabéns! 

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  24. Que texto lindo. Concordo. Me apaixonei por essa novela. Amei as histórias, amei os atores que trabalharam nela... enfim tudo mesmo. Foi triste vê-la no fim. Quero ela no vale a pena ver de novo... hahahaha... daqui uns anos quem sabe.

    Beijosss...

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  25. Vero, Pauliane. É preciso tempo para curtir a saudade. Pois do contrário, enjoa...rs

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  26. Luna, obrigada! O horário não ajudava muito. Ela merecia ter passado no horário nobre. Que A Vida da Gente seja a primeira de muitas a dar ao público beleza e qualidade. Bjs

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  27. Obrigada! Eu também ficava sentido ao perder um capítulo. A Vida da Gente já tem lugar cativo no coração e imaginário popular, né?

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  28. Vivi me emocionei com seu texto, pois como você gostei muito dessa novela. Infelizmente não acompanhei todos os dias, mas em seu essência apreciei esta novela.

    Amei mais uma vez ler esses textos, pois achei de uma profundidade incrível e apaixonante.

    Obrigada por dividir a sua paixão com a gente.

    Beijos

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  29. Eu é que agradeço, Juliana, pela contrapartida de todos os comentaristas cujos depoimentos melhoraram e muito o que escrevi. Mesmo passado mais de uma semana do término da novela, a temática continua emergindo significados novos na mente da gente. Isso é muito bom. Bjs!

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  30. Não costumo assistir novelas,mas essa eu assisti e curti e sofri,muita coisa não concordei outras eu apoiei,é parece que eu poderia mudar o rumo de muitas coisas,gostei bastante.
    Bjs
    Luciane Oppelt

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  31. Assisti quase todos os capítulos dessa novela. Não sou desse tipo noveleira, mas percebi que esta tinha potencial e não me enganei.
    Adorei o post sobre isso, ficou realmente bom. Parabéns!
    As falas dos personagens nos tocam profundo e isso que é bom. Realmente é literatura Hehe

    Beijos

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  32. FabricaDosConvites17 de março de 2012 15:34

    Oi, eu não estou acompanhando novela ultimamente, assisto um capítulo aqui outro ali. Desta novela em especial achei maravilhosa a abertura. Uma das mais lindas que vi nos últimos tempos. Bjs, Rose.

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